17 17UTC Dezembro 17UTC 2008

“all that is left, is all that i hide” *

A semana passou eu não postei nada aqui… Bem, já era de se esperar!

O Natal está chegando e eu preciso comprar umas coisas pra umas pessoas aí, mas, sinceramente estou com medo de ir ao shopping. O trauma que o trabalho no antro do consumismo me causou foi mesmo maior do eu imaginava, e olha que já se passaram dois anos. Enfim. Decido isso depois.

O que talvez interesse hoje é uma banda que eu achei. Achei nada! Eu ouvi por aí na TV e me disseram que o nome dela era BEIRUT! Eu como sempre fui fuçar. Achei a história, o site, as influências, mais músicas do que aquela da TV, e concluí que eu estava privando meus ouvidos! E conclui também que esse mundo é mesmo grande e que como diria meu velho pai ( e talvez a torcida do flamengo também) “existem mais coisas entre o céu e a terra do que julga nossa vã filosofia”.

Beirut

A Beirut é uma banda americana, da cidade de Santa Fé, que tem em seu corpo violinino, trompete, acordion, guitarra, percussão, bateria, guitarra, orgão, tamborim, bandolin, saxofone e a voz sensacional de Zach Condon.  Eles têm influências de músicas do leste europeu e da música folk. Só ouvindo pra saber no que isso dá…

Hoje, apesar do pouco azul ou do pouco cinza no céu, faz um dia bonito. O vento balança as folhas e a lona preta pendurada numa casa lá no morro perto das antenas de TV.


É uma pena ter que ir ao shopping!

*Trecho de “Elephant Gun”

“tudo que é deixado, é o que eu escondo”

6 06UTC Dezembro 06UTC 2008

Relembrando

Retrato feito no Brasil

A história é a seguinte: num período desses aí do meu curso tive que fazer, obrigatoriamente, uma matéria chamada Jornalismo Online. Nesta matéria é também obrigatório fazer um blog. Então, eu fiz um! Dentre os vários blogs produzidos na minha “maravilhosa” turma – salvo algumas exceções – o meu foi o único sobre fotografia e intervensão urbana.

Le Portrait, como foi batizado, não tinha nenhuma pretensão quando nasceu, era só um trabalho de uma disciplina, e , como trabalho de uma disciplina, acabou! Mas, esses dias, na verdade ontem, quando terminei de criar o Instatâneo, me deu uma saudadezinha dele, entaõ resolvi relembrá-lo de alguma forma.

Um dos achados na época do Le Portrait foi um fotógrafo francês fantástico chamado JR.  Usando retratos em grandes formatos, JR modifica paisagens urbanas inteiras. Ele viaja à alguns países, os marginais, pra ser mais precisa, faz retratos da comunidade, os imprime e cola pela cidade em muros, pontes, ônibus, caminhões, pilastras, etc.  Seu último trabalh0 intiulado “Women” levou JR à países da África, como Serra Leoa, Sudão, Libéria e Kenîa, e ao  Morro da Providência no Rio de Janeiro, onde fotografou mulheres de todas as gerações.

O vídeo explica melhor!

5 05UTC Dezembro 05UTC 2008

Às vezes tiro meu destino da minha mão

Esse é o primeiro post desse blog; já tive outros dois antes deste e sinceramete fugia dos assuntos pertinentes a minha vida. Agora vou falar o que está aqui dentro: as fotos, os vídeos, os livros, as idéias, os achados, tudo!

E pra começar, lá vai!

Às vezes tiro meu destino da minha mão”. Essa frase do Arnaldo Antunes pode até parecer piegas mas, hoje eu decidi fazer isso, tirar o destino das minhas mãos e seguir ao vento. Isso também pode parecer piegas quando se lê, mas, cansei de fazer planos e planos, tentar regrar as coisas, cerceá-las, mantê-las na ponta do lápis. E cansei também da minha dor de cabeça! Ela só aparece quando os planos não dão certo, quando o destino foge ao meu controle, ou quando a expectativa é tão grande que a cabeça explode!! Por isso tomo ansiolítico há uns meses, por isso não acordo às 6h, por isso reprovo por falta… é uma bola de neve!! A solução é seguir como o vento. Andar por aí, olhando pra cima como sempre, e deixar um acontecimento levar ao outro!